Educação em humanidades científicas na zona crítica
Mudanças climáticas e “desastres” ambientais gerados pela interferência humana: é desse lugar que as/os autoras/es desta obra nos convidam para o diálogo. Em suas primeiras páginas, são apresentados eventos em série que constituem o tempo dos humanos, o Antropoceno. Esse tempo, ironicamente, é aquele em que humanos parecem lutar em prol de nossa própria extinção. Lutamos também em prol da extinção das outras espécies que dividem conosco o mesmo tempo-espaço. É a partir daí que as/os autores nos provocam. Como podemos ser e estar neste mundo, nessas condições? Seria possível nos mantermos omissos? Nós, como professoras/es, estudantes e pesquisadoras/es, iremos nos posicionar? Como? As respostas para tais questões giram em torno de um argumento: o Antropoceno deve ser a base a partir da qual elaboramos nosso pensamento e nossas propostas sobre educação na atualidade. A síntese da obra, explorada a partir de diferentes temáticas ao longo dos capítulos, é que a educação em ciências deve estar mobilizada e implicada diante do Novo Regime Climático. É a partir de nosso engajamento que teremos condições de afetar nossos estudantes e de também sermos afetados.
Descrição
COUTINHO, Francisco Ângelo, PEREIRA, Bruno Francisco Melo; GONÇALVES, Karla Magna dos Santos. Educação em humanidades científicas na zona crítica. 1 ed. São Paulo: Na Raiz, 2025. 280 p. ISBN: 978-65-88711-51-4






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